A comunidade ligada à gastronomia, amadores ou profissionais, vem utilizando queijos Balkis em suas receitas.
Isso aconteceu de forma tão gostosa e natural que resolvemos criar este blog. Assim, aqueles que gostam de gastronomia, em qualquer nível, podem trocar receitas, dicas e opiniões. Sejam muito bem-vindos!
▼
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Era uma vez...
Imagine: um jantar para 12 mil pessoas. Imaginou? Ótimo! Continue imaginando: o mesmo jantar, com cardápio super diversificado no qual cada convidado come exatamente o que gostaria naquele dia. Difícil, não é?
Some a essas duas características a qualidade de todos serem amigos, sentarem-se ao lado de pessoas queridas, divertirem-se muito, com comida e bebida muito boas.
Ah, o ambiente! Imagine: chique. Mas um chique que não é pernóstico nem esnobe, apenas chique pela própria natureza do lugar. Com música boa e ao vivo e lugar à vontade para dançar, caso você queira.
E lugar à mesa para todos. E toalhas e guardanapos brancos para todos. E flores brancas para enfeitar. E cada convidado se veste como quiser desde que use roupa branca. No final da tarde com a maravilhosa luz de verão. E ao anoitecer, que cada um tenha uma estrelinha, daquelas que as crianças ganham no São João, e uma vela para acender em sua mesa. E acendam juntas suas estrelinhas e embelezem mais ainda a festa.
Ah, e quando a festa acabar, já imaginou a trabalheira? Muita?
Já desistiu só de pensar no dia seguinte e no batalhão de gente na limpeza e organização? Dá medo só de pensar, né? Então imagine que em um passe de mágica a festa acabou sem deixar vestígios. E aí, topa fazer essa festa, se for assim?
Se você conseguiu imaginar isso está convidado a, no mínimo ,assistir a comprovação de que isso não é um sonho. É o ‘diner en blanc’ a festa parisiense que vem crescendo ano a ano, se realiza em meados de junho em Paris (Nova York e Toronto estão copiando o modelo para organizar as suas). Este ano já aconteceu, na praça em frete a igreja de Notre Dame, e no pátio interno do museu do Louvre.
Funciona assim: o local é secreto até o último momento. Os organizadores se encontram, em local também secreto, e determinam aonde vai ser. Como um rastro de pólvora a notícia se espalha para os convidados que já estão a postos, apenas esperando o comando para saber para onde ir. E então, carregando a própria mesinha, toalha e guardanapo brancos, utensílios, comida e bebida, a multidão aflui rapidamente para o local. Aí, é montar a própria mesa ao lado de outras e desfrutar: de estar vivo, do que a terra dá, da inteligência em transformar tudo em comida e bebida, de companhias agradáveis, da boa música, da beleza do lugar e da maravilhosa sensação de fazer parte. Dançar, comer, beber, compartilhar e ainda acender luzes coletivamente em um verdadeiro ritual de elegia à vida.
Até meia noite. Quando tudo acabar, as pessoas juntam os seus pertences e voltam para casa felizes da vida. Sem stress e sem deixar rastro. Parece sonho, mas é realidade. Quem duvidar é só assistir comprovar (a reporatgem é da tv francesa, em francês, mas vc vai entender tudo):
A tradição continua. Mas quanta diferença entre os banquetes da monarquia francesa dos séculos passados e os atuais... Além do que, a monarquia era o regime estabelecido e o diner em blanc é ilegal... E como quer parecer um sonho, cada participante tem a perfeita consciência de que não pode deixar rastros: nada de papel no chão, garrafas jogadas, não, não, nada disso!
A França é conhecida como o país dos queijos ...Por analogia, eu, como mediadora desse site de queijos incríveis, imagino que se começarmos a ocupar os nossos espaços públicos com simples piqueniques, um dia teremos uma coisa assim! Quem topa?
Adorei!O que será essa alquimia que move essa multidão? Isso dá o que pensar prá área de eventos. O piquenic no parque com pão e queijos, já é um bom começo sem dúvida, bj
Dá vontade de ir junto,né? Bora? Ver esse filme dá uma sensação boa de que a humanidade tem saída, pela simplicidade. As coisas mais incríveis podem acontecer e ficam fáceis. Ontem eu e a Tong fizemos polenta, usando sua receita do site da Balkis, foi divertido e ficou bem gostoso. Funciona, viu!!
Não posso perder uma coisa dessas. Vamos! Precisamos é descobrir quando é, né? Meados de junho...Tem que descobrir algué que seja da tribo, um parisiense puro sangue!! Eba! Fizeram com funchi mesmo ou invetaram?
Algumas pessoas dizem que estão com dificuldade de comentar pois ficou complicado. Então, eu vi no blog Come-se da Neide um jeito muito prático, que eu reproduzo aqui, pedindo licença para ela: "Obrigada por comentar. Se você não tem um blog nem um gmail, comente mesmo assim: Quando aparecer "Escolher uma identidade" logo abaixo da caixinha de comentários, basta clicar na opção nome/URL. Não precisa colocar o URL, a não ser que você tenha um endereço que queira divulgar. Se quiser uma resposta particular, deixe também seu email que entrarei em contato." Obrigado Neusa e obrigado a você pelo seu comentário.
Adorei!O que será essa alquimia que move essa multidão? Isso dá o que pensar prá área de eventos. O piquenic no parque com pão e queijos, já é um bom começo sem dúvida, bj
ResponderExcluirDá vontade de ir junto,né? Bora?
ResponderExcluirVer esse filme dá uma sensação boa de que a humanidade tem saída, pela simplicidade. As coisas mais incríveis podem acontecer e ficam fáceis.
Ontem eu e a Tong fizemos polenta, usando sua receita do site da Balkis, foi divertido e ficou bem gostoso. Funciona, viu!!
Não posso perder uma coisa dessas. Vamos! Precisamos é descobrir quando é, né? Meados de junho...Tem que descobrir algué que seja da tribo, um parisiense puro sangue!!
ResponderExcluirEba! Fizeram com funchi mesmo ou invetaram?