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A comunidade ligada à gastronomia, amadores ou profissionais, vem utilizando queijos Balkis em suas receitas. Isso aconteceu de forma tão gostosa e natural que resolvemos criar este blog. Assim, aqueles que gostam de gastronomia, em qualquer nível, podem trocar receitas, dicas e opiniões. Sejam muito bem-vindos!
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
Convite de Maria Homem e Contardo Calligaris
segunda-feira, 27 de março de 2017
FAAP curso O FEMININO: MODOS DE CONSTRUÇÃO DE UM ENIGMA
Olá Pessoal, boa tarde
A FAAP está com matrículas abertas para o curso O FEMININO: MODOS DE CONSTRUÇÃO DE UM ENIGMA (clique no nome do curso para mais informações)
De 19 de abril a 07 de junho/2017 – quartas-feiras das 19h30 às 22h30
O curso parte de uma reflexão sobre a ideia de Enigma e de como, histórica e estilisticamente, este conceito esteve atrelado ao Feminino. A partir de temas centrais da psicanálise e de obras do cinema e da literatura, o curso desenhará diversos contornos dessa complexa representação do Feminino. Como perguntava Freud, afinal, “o que quer uma mulher?”. A partir dessa questão, serão trilhadas as ideias de Falo, Falta, Desejo, Fantasia, Ficção, Escritura e Narrativa.
Com:
Maria Lucia Homem
Psicanalista, pesquisadora do Núcleo Diversitas FFLCH/USP e professora da FAAP. Pós-graduação em Psicanálise e Estética pela Universidade de Paris VIII / Collège International de Philosophie e Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Autora de "No limiar do silêncio e da letra" (Boitempo) e participação em "Leitores e leituras de Clarice Lispector" (Hedra), "Cinema e Psicanálise"(nVersos), entre outros.
Ilana Feldman
Pesquisadora, crítica e professora. É doutora em Cinema pela Escola de Comunicações e Artes da USP, com passagem pelo Departamento de Filosofia, Artes e Estética da Universidade Paris VIII, tendo desenvolvido a tese “Jogos de cena: ensaios sobre o documentário brasileiro contemporâneo”. Atualmente, realiza pós-doutorado em Teoria Literária no Instituto de Estudos da Linguagem da UNICAMP, com pesquisa sobre cinema, testemunho e autobiografia.
Maria Rita Palmeira
Doutora em literatura brasileira pela USP (2009), com tese sobre literatura brasileira contemporânea, e mestre em Teoria Literária pela Unicamp (2000). Foi professora da Facamp (2001-2011), do Centro Universitário Belas Artes (2011) e da Escola Superior Diplomática (2010-2011), e professora temporária na USP (2012). É pesquisadora do projeto "Conexões Itaú Cultural: mapeamento da literatura brasileira no exterior" desde 2008 e parecerista das revistas Arredia, Via Litterae e Estudos de literatura brasileira contemporânea. Desde agosto de 2011, é editora-assistente da Três Estrelas, selo de não ficção da Folha de S.Paulo.
FAAP – Extensão e Cursos Livres
Rua Alagoas 903
Prédio 1 - subsolo
(11)3662-7449
terça-feira, 21 de abril de 2015
Adeus
Queria agradecer aos leitores que me acompanharam e que se tornaram amigos e companheiros desta adorável viagem. Foi muito bom poder dividir tanta coisa. Que vocês sigam curiosos e cada vez mais motivados com a felicidade de desfrutar bons momentos ao redor de uma mesa, com amigos e comida boa. Valeu, pessoal!
domingo, 12 de abril de 2015
Domingo diverso
São Paulo, como todas as grandes cidades, é difícil, concordo. Mas tem aspectos tão legais que só e justamente por ser isso que ela é - uma cidade muito, muito grande - pode oferecer. Porque é tudo junto e ao mesmo tempo. A dialética do avesso que, Caetano Veloso, tão lindamente cantou em "Sampa".
Ontem estive na "Feira de Economia Solidária" protagonizada por mulheres de Cananéia, litoral sul do estado de São Paulo. Lá, elas desfrutam da vida em pequeníssimas comunidades e se juntaram para formar uma sociedade produtiva baseada no princípio da "reciprocidade, solidariedade, trabalho autogestionado e decisão coletiva sobre a produção". O resultado elas mostraram ontem no Largo da Batata: artesanato, apicultura, farinha de mandioca, palmito fresco, pães, geléias, conservas, chips de banana e a alegria de poder compartilhar com mais gente o resultado de levar uma vida "que vale a pena ser vivida", para fazer minhas, as palavras delas.
Já no bairro da Liberdade, acontece a "Feira Vegana de Outono", com enfâse nas comidas e todos os produtos que vêm na esteira dessa visão de mundo na qual os produtos de origem animal não entram na produção de nada.
E, por último, a feira espanhola no "La Feria", com comidas, produtos, música e dança como
tipicamente acontece lá na Espanha. Para isso vários restaurantes, escolas de música e de dança da cidade foram chamados a participar.
Ainda na Vila Madalena, a orquestra de Antonio Carlos Martins toca em evento que faz parte da "Virada da Saude" e tem degustação de queijos, mel, geléia e pães orgânicos.
Todos os eventos têm entrada gratuita. Do jamon à coxinha de jaca passando pela sempre maravilhosa mandioca, a escolha é sua. Porque construir a diversidade verdadeira é sempre alguma coisa boa para a alma.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Páscoa diferente
Minha páscoa não teve ovos de chocolate, compras ou preparações. Foi no mato que ela se revelou muito diferente.: teve bolo com forma de coração emprestada da vizinha, forno para assar de outro vizinho e cobertura de puro líquor de cacau - diretamente da Bahia -, que eu carreguei da minha própria casa. Foi uma delícia! Com uma infinidade de borboletas diferentes, limão e abacates colhidos na hora e refeições com mesa no terraço, rio à frente cantando 24 horas por dia.
Trouxe pinhões colhidos em uma caminhada que viraram um delicioso quibe com quínua e bulgur, e recebi notícias do amigo distante que andou colhendo aspargos selvagens em algum bosque italiano. Mas o melhor foi que, junto disso tudo, o friozinho chegou mansamente e destrancou o desejo de sopa quente. Ficou gostosa e digna de ser repartida. Sopas com agrião já fiz muitas, mas com mostarda foi a primeira. E o queijo grelhado na chapa quente me lembrou de tempos em que o frio durava tempo suficiente para criar boas memórias gustativas. Com as mudanças climáticas em curso, já comecei a aproveitar as breves visitas de temperaturas mais baixas para fazer sopas.
Sopa de legumes com mostarda
Ingredientes
1 chuchu
2 cenouras
1/2 cebola
1/3 de maço de mostarda
1 tomate
3 batatas
azeite de oliva (quanto baste)
queijo coalho Balkis (q b)
sal (qb)
Modo de Preparo
Higienize todos os ingredientes.
Corte a mostarda em tiras finas. Reserve.
Corte o queijo coalho Balkis em tiras finas e reserve.
Corte regularmente os legumes e refogue todos eles em azeite. Deixe que fritem um pouco. Salgue. Acrescente as folhas da mostarda cortada e água suficiente para cobrir os ingredientes. ]
Cozinhe até que todos fiquem bem macios. Bata tudo no liquidificador. Reserve.
Doure em azeite as tiras finas de queijo coalho Balkis e corte-as em pequenos cubos.
Sirva a sopa quente com cubos de queijo coalho Balkis dourados por cima.
terça-feira, 31 de março de 2015
A realidade do capim-santo que parece ficção
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| flores da pitaia |
Fiquei tão espantada com essa história que achei importante passá-la para frente. De que adianta receitas incríveis se não se reconhece a beleza e a importância de ações que educam, inspiram, embelezam e contribuem? Quem pode ser contra a ideia de poder ir ali na esquina e colher manjericão fresco para o seu macarrão e capim-santo para o suco ou o chá? Plantados e cuidados por alguém que eventualmente você nem conheça, mas que divide com você? Acho que não estou entendendo o mundo direito...
Na praça em frente a minha casa colho, abacate, limão cravo, fruta pão e eu mesma plantei uma mangueira, que vai indo muito bem, obrigada. Plantado do lado de lá, mas florescendo e frutificando do meu lado do muro estão essas maravilhosas pitaias que os vizinhos dividem comigo. Sou uma otimista e acho que a Neide vai sair vitoriosa dessa história, mas expôs com ela uma realidade que parece ficção. E que precisa, sim, de exposição para poder ser esclarecida e modificada. Porque, acredito que só muita ignorância seria capaz de gerar atitude semelhante. E, para ignorância, esclarecimento. Que pode chegar com cheiro de capim-santo para o suco, o arroz, o chá, o brigadeiro, a sopa tailandesa etc etc etc.
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| pitaias |






