segunda-feira, 3 de junho de 2013

Sem lactose!



Pão sem queijo é igual a amor sem beijo…escutava isso lá na minha infância. É do tipo de aprendizado que grudou em mim, como se fosse minha pele. Ficou sendo uma verdade forte. Mais tarde, na vida, descobri que nem todas as pessoas tinham isso como verdade tão absoluta quanto eu. Umas, por gosto, mesmo. Outras por limitações de saúde. Nem queijo, nem manteiga nem nada derivado do leite. São os intolerantes à lactose. A lactose é um tipo de açúcar encontrado no leite e em outros produtos lácteos. Na nossa maravilhosa máquina chamada corpo, o intestino delgado produz essa enzima chamada lactase, que é a responsável pela absorção dos alimentos. A intolerância à lactose ocorre quando o intestino delgado não produz enzima lactase suficiente. Não ter lactase suficiente é chamado de deficiência de lactase e, por consequência, intolerância à lactase, o que significa, adeus ao pão com queijo. Significava.
É prá esses que tenho a boa notícia. O leite sem lactose já estava por aí. Agora, a Balkis lançou o queijo sem lactose numa linha nova de produtos chamada Sinlact. A Sinlact tem minas frescal, minas padrão, queijo prato, queijo coalho e mussarela. E vai incluir toda essa gente que sofre desse mal na alegria de comer um café da manhã com queijo no pão, nas preparações com queijos derretidos, no espetinho de queijo coalho, na lasanha que vai voltar triunfante para a mesa. .No meu piquenique da semana passada ele esteve lá ao lado de uma taça de vinho e sol lindo de final de outono. Para os intolerantes à lactose piqueniques e outras delícias ficaram mais fácil. O queijo pode fazer parte e o beijo do amor vai ficar ainda melhor.
Você pode encontrar os queijos Sinlact nos supermercados. Mas, também pode recebê-los na sua casa encomendados na loja virtual da Balkis. 
Para o friozinho que está chegando vai a sugestão para a bruschetta , antes da sopa quente, com queijo devidamente derretido…

Bruschetta de tomate, manjericão e queijo minas padrão Sinlact

Ingredientes
pão italiano
queijo minas padrão Sinlact
tomate
manjericão
sal
azeite de oliva extra virgem

Modo de preparo
Corte o tomate em quadradinhos e tempere-o com sal
Raleo queijo minas padrnao Sinlact no ralo grosso
Passe azeite extra virgem no pão co um pouquinho de sal
Leve o pão ao forno para que ele dê uma esquentadinha. Coloque o queijo minas padrão Sinlact e o tomate por cima de cada fatia de pão. 
Leve ao forno para derreter o queijo. Retire do forno e coloque um fio de azeite e folhas de manjericão por cima de cada bruschetta. Sirva quente




domingo, 26 de maio de 2013

Domingo no parque Sinlact




Minha vida tem sido trabalhar muito, de novo. No final do ano passado, fiz, prá mim mesma, a promessa que ia parar com isso e guardar tempo para desfrutar mais a vida. Projetos nem sempre se realizam como chegam na ideia. E a vida não tem se apresentado assim…e não tenho tido força para fazer com que seja.
A vantagem é que gosto muito dos meus trabalhos. Mas hoje, depois de uma trabalheira danada, chegou o domingo. E, prá falar a verdade, não queria nem saber da cara da cozinha. Também não estava com a menor paciência de encarar um restaurante e o dia estava intensa e maravilhosamente azul. Tinha combinado de matar a saudade por antecipação da minha neta que vai viajar na semana que vem e ficar fora por muitos dias. Propus picinic no parque e todo mundo aceitou. E, diante da perspectiva do calor do sol e da luz de outono como cenário me animei: tirei a sacola do picnic do armário, corri na feira para as frutas, juntei as saladas lavadas na geladeira e na hora de fazer os sanduíches lembrei da conversa de ontem com alguém lindo, que atendi em um evento lindo, e que me contou que, de repente, descobriu ser intolerante à lactose. Na minha geladeira, para teste, tenho alguns queijos da linha Sinlact que a Balkis lançou para alegria dessas pessoas. Justamente, a conversa era sobre a  compra de um queijo sem lactose para o café da manhã. No meu picinic alguém estava com problemas com lactose e achei uma delicadeza poder incluir um queijo especial na sacola. 
O resultado foi assim: todo mundo comeu, a Marinoca experimentou subir na primeira árvore na vida, o sol estava delicioso e a luz de outono espetacular. Domingo delicioso!

sábado, 18 de maio de 2013

Luzes no Mercadão: Virada Cultural



Começa hoje, às 18h, mais uma Virada Cultural na cidade de São Paulo. Durante 24 horas a população poderá desfrutar de espetáculos variados de teatro, shows de música,  dança e programação especial para crianças.  O evento já tem lugar garantido na agenda da prefeitura da cidade, é sucesso reconhecido nacional e internacionalmente. Nem tudo que reluz é ouro: para o meu gosto algumas atrações não poderiam ser chamadas de arte,, mas gosto não se discute, e tem sim, muita coisa boa.
No ano passado, ao lado das outras artes, a culinária ganhou espaço. O sucesso foi total. Faltou comida e sobrou público. Neste ano, a Virada Cultural reeditou  "os chefs" de rua, onde estrelas de restaurantes famosos vão vender suas delícias a preços acessíveis (máximo, $15), apenas no domingo na Av São Luís. Mas, chega com um leque ampliado e democrático do perfil gastronômico da cidade. A comida  cresceu na programação e ocupará mais espaços com a feirinha de comida de boteco no Largo do Tesouro durante toda duração da Virada. A madrugada estará repleta de pastéis, caldinhos, sanduíches e tudo que se encontra normalmente em botecos. E um espaço nobre da cidade, também vai abrir suas portas para o público: o Mercado Municipal servirá seus famosos sanduíches de mortadela e pastel de bacalhau ao som de performances com grupos de seresteiros e chorões pelas 24 horas, ininterruptamente. Os vitrais do Mercadão ficarão iluminados durante toda a noite ao som dos grupos e das conversas dos comensais. No ano passado, ficou claro que os paulistanos se interessam em conhecer comidas de um modo geral. E isso, é o maior trunfo cultural que um evento desses pode querer suscitar: pessoas dispostas e disponíveis para reiterar suas preferências e abertas para conhecer o novo. 
Tomara que este ano as pessoas possam ocupar todos os espaços públicos em clima de festa e calma para que o desfrute seja total. Confira a programação, divirta-se, coma bem e faça desta São Paulo carente de humanidade um lugar onde as artes possam reassumir sua função mais nobre: o desenvolvimento da consciência, da sensibilidade e da alegria. Boa Virada para todos!



sábado, 11 de maio de 2013

Mãezinhas, feliz dia


três filhos e uma torta de pera
Dia das mães. O amor, a maternidade, valores morais altos são as lembranças mais acessadas diante da data. Mas, de onde ela vem? Dei um google para saber a origem desta comemoração, hoje em dia, parece que já vem embrulhada em papel para presente. Mas ela tem passado político e religioso. Diz a Wikipédia que ele foi pensado pela ativista Anna Maria Reeves Jarvis ao organizar, em 1865, em plena guerra da Secessão, nos EUA,  um dia para melhorar as condições dos feridos. Chamava-se Mother’s Friendship Days. Esse dia foi preconizado pela própria Jarvis quando, em 1859 fundou um outro Mother’s Day Works Clubs com objetivo de diminuir a mortalidade infantil nas famílias de trabalhadores. Em 1870, a publicação de um manifesto pela paz e desarmamento da escritora Julia Ward, que nomeia-o Mother’s Day Proclamation. Mas, a história ainda não acabou. Foi a filha de Jarvis, Ann Maria, que era metodista, quem, em 1907, começou a brigar para que o dia das mães se tornasse feriado. E, em 1914, o congresso americano sancionou a lei dizendo que a partir de então, o segundo domingo do mês de maio seria o feriado do dia das mães. Fim? Não! Como a comercialização do dia das mães encobriu a verdadeira motivação de tudo, a Anna Jarvis se afastou, lamentou e lutou pela abolição da data. Gracias, Wikipédia.
É interessante, não é? Ser mãe acorda a potência de olhar para fora de si, de fazer pelo outro, de lutar pelo que inclui. Porque ser mãe é uma experiência de superação. Começa com a gravidez, passa pelo parto, brinca na infância, pena na adolescência e desfruta a vida toda. Num movimento permanente de colocar a energia amorosa para fluir, olhar para si mesmo, descobrir palavras mágicas e soluções impensáveis apenas para silenciar e acomodar o próprio coração que desmonta quando os filhos não se sentem satisfeitos com a vida. E isso é o melhor! Por que tem momentos em que já não podemos mais fazer nada senão amar, amar e amar. Para que eles descubram palavras e soluções impensáveis para cuidarem da própria felicidade. Maior presente do mundo é saber que os filhos realizam seus próprios potenciais, têm confiança na vida, são cidadãos solidários, contribuem para que o mundo seja um lugar bom para todos e são amorosos. Ganhei três desses. Sem laços de fita, mas com amor, cumplicidade e algumas brigas. E torta de pera de sobremesa!
Mãezinhas, feliz dia!

terça-feira, 7 de maio de 2013

A força das pequenas ações



plantio de soja em área de desmatamento na amazônia, por Mariana Tokarnia,
Não sou alarmista, não compartilho do instaurado império do medo, não curto boatos e não acredito que o mundo esteja na curva da ladeira abaixo. Ao contrário, acho que pequenas ações fazem a diferença, que muita gente em muitos lugares no mundo vêm contribuindo com iniciativas pouco ou nada divulgadas, mas muito importantes, e que vamos daqui para melhor. Confio no ser humano e na sua capacidade criativa. O mundo se complexificou nas últimas décadas, a mídia convencional aposta na publicação alarmista de notícias amedrontadoras, muitas coisas terríveis acontecem, é verdade. Mas, isso é uma parte… por atrito e deslizamento vamos construindo caminhos à frente.
Às vezes temos que enfrentar grandes questões e a fome no mundo é uma delas. Se pensarmos que as sementes do mundo estão nas mãos de poucos, poderemos avaliar o tamanho da encrenca. Que se torna maior na rasteira da ganância desses monopólios, que, em nome de sanear a fome no mundo constroem sementes transgênicas e semeiam-as em enormes escalas, pulverizam as plantações com químicas prejudiciais a saúde e destroem a terra. Pesquisas sérias apontam dados escandalosos. E nós, o que podemos contra esses gigantes?
Além de falar sobre o assunto, e tentar esclarecimentos não preconceituosos e sérios, acho que a ideia do Slow Food sobre consumidores finais é uma saída importante: para o Slow, o termo consumidor é equivocado. Mais acertado seria pensarmos que somos co-produtores, na medida em que, ao comprar este ou aquele alimento, estamos investindo neste ou naquele produtor e apostando na sua maneira de produzir e comercializar. Que valores compramos embutidos nos alimentos que trazemos para nossas mesas e famílias? Será que, ao sentarmos ao redor da mesa para o momento lúdico e socialmente organizador não estaremos, desavisadamente, favorecendo doenças físicas e sociais?
Por isso acredito na força de pequenas ações. Pode parecer romantismo ou ingenuidade, mas não é, não! O que não quero para os meus queridos mais intímos, também não quero para os meus desconhecidos não íntimos. Que a comida seja limpa para todos me parece razoável. Que a hora da refeição seja a nutrição completa de várias necessidades, também! Pense nisso. Escolha seus produtos como quem colhe a flor mais linda do jardim, que é de todos. Como o jardim é muito grande, é preciso que todos cuidemos para que ele continue lindo! Por que beleza, se põe sim à mesa. E e ia ser legal se fosse uma beleza mais completa do que as aparências, não é?

terça-feira, 30 de abril de 2013

Torta com sour cream para o feriado

Feriado no meio da semana é quase tão bom quanto água de coco gelada e doce em dia quente e azul. A sensação de que "está tudo certo" é grande. Não gera grandes emoções, nem locomoções: todo mundo trabalha no dia seguinte e a proposta que vem embutida nele é de desfrute calmo. Um cinema, um almoço com os amigos, um passeio no parque, tempo para ver o sol se pôr, uma brincadeira mais estendida com as crianças. As vezes, nada disso: um bom livro basta! Seja o que for o suporte para um dia mais relaxado vai ter a hora em que a fome vai chegar. E, foi pensando nisso que achei legal dividir essa torta de alcachofra, aspargos e cogumelos frescos. Ela demanda um pouquinho mais de tempo por causa da massa.   Justamente o tempo do fazer com calma que um feriado em plena quarta-feira já trás embutido na sua própria natureza.
A minha foi feita em dia de festa em que a Luana estava presente para comer e fazer a foto. E honrou a ocasião. Se quiser garantir bons momentos nas várias etapas do processo, pode se animar: produzir uma beleza e degustar uma gostosura vai valer todo o seu empenho. Bom feriado.



Torta de cogumelos paris, fundo de alcachofras, aspargos frescos e sour cream Balkis

Ingredientes
1 vidro de fundos de alcachofra em conserva
1 maço de aspargos frescos
250 gramas de cogumelos paris frescos
sour cream Balkis
azeite de oliva (quanto baste)
sal (q b)
Para a massa
130 gramas de manteiga gelada
250 gramas de farinha de trigo
1 ovo 
1 pitada de sal
Modo de Preparo
Corte a manteiga gelada em pedaços pequenos e misture com a farinha de trigo até obter uma farofa. Coloque o sal, o ovo e misture bem. Enrole em um pedaço de papel filme e leve para gelar por 30 minutos.
Higienize todos os ingredientes.
Corte a parte superior dos aspargos. Reserve.
Limpe os cogumelos paris com um pedaço de papel toalha húmido. Reserve.
Escorra os fundos de alcachofra, lave-os em água corrente e passe-os no azeite e sal até dourarem. Reserve.
Passe os aspargos no azeite com sal até ficarem macios. Reserve.
Passe os cogumelos no azeite e sal até começarem a verter  líquido. Separe o líquido dos cogumelos e  reserve-os.
Abra a massa entre dois pedaços de papel filme enquanto estiver gelada. Use uma assadeira para torta de fundo falso, transfira a massa aberta para a assadeira, fure o fundo dela com o garfo e asse-a em forno a 160 graus até que doure.
Enquanto isso, misture o líquido dos cogumelos ao sour cream Balkis e reserve.
Quando a massa estiver assada, distribua  no fundo dela todo o sour cream Balkis, aqueça o recheio e coloque sobre o sour cream. Sirva quente ou fria.


terça-feira, 23 de abril de 2013

Bolo de aniversário!




Domingo foi o aniversário da minha filhota mais velha. Aquela que deu início a tudo. Toda a minha vida atual começou com o pontapé inicial da notícia de que estava grávida dela. Os primeiros filhos carregam a difícil missão de educar os pais para a vida adulta. Eu era uma moleca cheia de idéias e um montão de ignorâncias acerca do significado de ter um bebê. Tinha encontrado o amor da minha vida e achava que seria fácil, porque, para ser feliz, era de tudo o que se precisava. Não estava de todo errada, mas muitas nuances existem entre uma coisa e outra. O potencial de amor e a realização dele são coisas diferentes, hoje eu sei.
Diante da surpresa, fiquei feliz e esperançosa. Um ser humano para amar para o resto dos tempos, naquele momento em forma de bebê. Fiquei radiante e um pouco atrapalhada. Prá falar bem a verdade não lembro de ter ficado preocupada, ter cogitado que era responsabilidade demais, ter tido medo ou qualquer outra dessas coisas comuns de se sentir nesse momento. Confiei firmemente que era capaz, e segui feliz. E tem sido assim desde então. Como primeira filha ela teve a generosidade e grandeza de me aturar como mãe de primeira viagem, destituída de sabedoria e habilidade para muitos assuntos da vida de uma primeira filha e uma primeira mãe.
No almoço para a comemoração de seu aniversário ela me colocou o desafio de cozinhar para a família sem me estender longamente pelo domingo adentro. Aceitei e fiquei feliz comigo. Antes do último convidado chegar já estava com tudo pronto, sentada com ela, batendo taça e comemorando sua linda vida. E o melhor de tudo, foi o bolo. Ela é a minha filha mais crítica e também aquela que eu consulto para saber, realmente, se uma nova preparação ficou boa. Ela não me dá mole, não! Tem paladar apurado e, embora nem sempre a gente concorde, suas críticas nunca são vazias. 
Minha mãe sempre foi boleira e quando eu tinha as crianças pequenas me passou errado, sem querer, a receita de um bolo. Eu e minha mãe dividimos uma ajudante que nos ajudou, a ambas, com filhos pequenos. Ela dizia não ser possível eu não conseguir fazer um bolo de chocolate específico, porque fazíamos a mesma receita, no mesmo forno, com os mesmos ingredientes e o meu virava um biscoito chapado e o dela, um bolo de verdade. Meus pequenos aprenderam logo que a mãe deles não prestava para bolos. Traumatizei e assumi prá mim mesma que eu dava para muitas empreitadas culinárias, mas bolo não era a minha praia. Até ganhar de uma tia querida uma receita despretensiosa com um incentivo do tipo: "tenta! até eu que não sei cozinhar faço!". Tentei. E pronto! Um bolo cheiroso, bonito e gostoso foi o suficiente para me colocar corajosa novamente em relação a todos os bolos do mundo. A partir dali, incorporei que sabia fazer bolos e segui em frente.
E, ao pensar qual bolo eu iria fazer desta vez, não é que acabei naquele velho e bom bolo de chocolate impossível nos meus primórdios como mãe? Inventei o chantilly  vermelho e a calda de frutas, mas a base era igual a de sempre. 
E hoje, 30 anos depois, acho que aprendi que vou seguir aprendendo tudo, inclusive a fazer bolos de chocolate e a ser mãe dos meus filhos. E que aprender sempre é das melhores coisas da vida. O bolo de aniversário ficou bom, mas sem dúvida dá para ficar ainda melhor. Assim como a mãe que sou é passível de melhorias. Mas, eu diria que nos dois quesitos a coisa evoluiu bastante…e como é bom dividir vitórias, segue a receita do bolo. Ser mãe não tem receita, mas passa por saber fazer bolo para a criançada quando crianças, e para os filhos crescidos, quando todo mundo chegar lá.

Bolo de chocolate com frutas e chantilly vermelho Balkis
Ingredientes
Para o bolo
220 gramas de farinha de trigo
110 gramas de manteiga
110 gramas de açúcar
2 ovos
2 xícaras de leite
1 colher de sopa cheia de fermento químico
Para a calda e cobertura
450 gramas de framboesa
450 gramas de amoras
180 gramas de açúcar
300 gramas de creme de leite Balkis
30 ml de vinho do porto

Modo de Preparo 
Coloque as frutas vermelhas e o açúcar em uma panela e leve ao fogo baixo até formar uma calda espessa. Resfrie. 
Bata a manteiga sozinha e adicione os ingredientes secos peneirados. Depois coloque o leite e os ovos inteiros. 
Unte e enfarinhe a assadeira e pré- aqueça o forno a 180 graus. Misture o fermento, despeje na assadeira e asse.
Coloque o bowl e o fouet da batedeira no congelador por 20 minutos. Nos últimos 10 minutos coloque, também, o creme de leite Balkis.
Bata na velocidade rápida o creme de leite puro até que ele firme. Este chantilly, sem açúcar se chama creme fouetté. Volte na geladeira.
Coe as frutas vermelhas e separe a calda. Coloque três colheres de sopa do líquido da calda no chantilly e misture delicadamente.
Coloque em um copo, dois dedos de vinho do porto e um dedo de água. Reserve.
Quando frio, desenforme o bolo. Corte-o na metade, fure com o garfo e molhe com vinho do porto, cubra com uma camada de creme fouetté vermelho e algumas poucas frutas  vermelhas. Cubra com a outra metade, repita o processo de furar e molhar o bolo. Cubra com o restante do creme fouetté vermelho e reserve as frutas para cobrir apenas na hora de servir.